sexta-feira, 31 de agosto de 2012


 filme: The bang bang club, Nome   oficial.

 
Nome de fantasia: Repórteres de guerra

 

O filme  conta a história  de quatro fotógrafos repórteres e amigos inseparáveis  Ken Oosterbrock, Kevin Carter, João Silva e Greg Marinaich  que saíram com um destino para a  África do Sul, em 1994, com uma missão de cobrirem a guerra no sul da África. Durante anos se dedicaram tirar fotos de cenas que chocassem a humanidade, e ao mesmo tempo que servisse de ajuda para sensibilizar as pessoas da terrível e cruel violência de conflitos sangrentos e guerra civis no continente africano.

Ken Oosterbrock, Kevin Carter, João Silva e Greg Marinaich, foram interpretados por atores bem conceituados como: Ryan Phillipe que fez o papel de Greg Marinovich; o canadense Taylor Kitsch que faz Kevin Carter e os sul-africanos Frank Rautembach e Neels Van jeansveld, que interpretaram respectivamente Ken Oosterbralk e Jõao  da Silva.

Eles se sensibilizaram com os problemas da guerra, arriscaram suas vidas, tudo por amor a profissão de fotógrafo, será que valeu a pena, até que ponto vale tudo por uma foto, para alcançar um prêmio? Se paga um preço alto para alcançar seu objetivo.

Esse filme foi baseado no livro que foi escrito pelo português João Silva e pelo sul-africano Greg Marinovick, os dois são os únicos sobreviventes do club, como também os únicos a ganharem o prêmio Pulitzer de jornalismo. A direção do filme é de Steven Silva, sul-africano radicado no Canadá.

Kevin Carter, com sua foto  de  um menino  sudanês faminto, que foi premiada com o Pulitzer. Causou bastante polêmica, por terem questionado não ter feito nada para ajudar a criança., isso mexeu com sua cabeça, por ser um viciado em drogas, causou conflitos emocionais e ele terminou suicidando-se. Não se sabe realmente se a causa foi essa, ou se foi por ter muitos problemas financeiros, ficou depressivo demais, talvez depois de ver seu amigo Greg ter sido assassinado. Foi se entregando aos poucos. Corroído pelas drogas, ficou alucinado com tantos fantasmas, da guerra, da violência, e o que é pior viu seu amigo morrer no combate.
O filme teve muitas cenas chocantes, uma delas foi quando um homem foi carbonizado,na ocasião em que colocaram combustível nele e trocaram fogo. Nesse momento os repórteres fotográficos ficaram penalizados e um deles que foi o Greg na tentativa de querer ajudar, solicitando que não fosse feito aquela barbaridade, mas não foi atendido. É lamentável o fim dessa história, foi muito triste, mas é uma história baseada em fatos reais.
Deprime e angustia de ver tantos sofrimentos, torturas, e massacres. É constrangedor por não ter um final feliz!

Dos  quatro amigos fotógrafos, só dois deles conseguiram escapar, destruindo assim o clube
dos amigos repórteres. Na verdade não se sabe realmente se eles faziam reportagens, ou só mostrava imagens, a pesar de que tem imagens que valem por mil palavras, não precisa dizer nada, só a ilustração diz tudo.

Assim terminou uma aventura, e os sonhos que tornaram realidade na vida de cada um.

Acabou mal, mas ficou registrado os momentos de bravura.

 

Silvana Guimarães – Jornalismo 
 

 

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quinta-feira, 23 de agosto de 2012

A mentira uma falha no caráter

A mentira que é contada hoje, amanhã com certeza será descoberta, A verdadeira mentira é aquela que usamos as pessoas para nos beneficiar de algo sem querer ficar de frente com nehuma situação que venha a exigir uma certa responsabilidade, um compromisso com suas obrigações e seus deveres.   sendo conivente com si próprio, achando que  está enganando a alguém, mas na verdade engana a si mesmo.Quando se mente,demonstra fraqueza. Existe vários aspectos de mentira: Podemos citar aquelas  que consideramos um estado grave, que esta imbutida no caráter da pessoa, pois vive sempre mentindo e o que é pior contaminando aqueles ou aquelas pessoas que inocentemente acreditam na sua maneira de  expressar seus sentimentos, ou de sua oratória naquele momento. Convencendo que está num lugar, e na verdade se está em outro.
Por que as pessoas mentem? a falsa realidade em que vivem, fugindo de suas responsabilidades, e acabam tranferindo para outra pesssoa, sua culpa. Assistam os vídeos sobre a mentira, de rcardoso.E evitem essa terrível forma de viver na mentira. Viva na sinceridade, sendo correto,é assim que Jesus nos ensina.Passe confiança, segurança para ter credibilidade.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Dê sua opinião sobre essa reportagem.A repórter agiu corretamente?

Como deveria ter sido o comportamento dessa repórter? a postura dela, as perguntas que fez,
será que realmente foi adequada? ela deu uma opinião,veja, assista ao vídeo, e depois comentem
o que esta errado.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

SÓ OS JORNALISTAS COM DIPLOMA EM COMUNICAÇÃO SOCIAL HAB. EM JORNALISMO TEM DIREITO DE EXERCER A PROFISSÃO, FOI MAIS DO QUE JUSTO! ESSA LEI SER APROVADA!

http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/nacional/noticia/2012/08/07/senado-aprova-diploma-obrO Plenário do Senado aprovou, nesta terça-feira (7), a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 33/2009, conhecida como PEC dos Jornalistas. A proposta, aprovada em segundo turno por 60 votos a 4, torna obrigatório o diploma de curso superior de Comunicação Social, habilitação jornalismo, para o exercício da profissão de jornalista. A matéria agora segue para exame da Câmara dos Deputados.

Apresentada pelo senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), a PEC dos Jornalistas acrescenta novo artigo à Constituição, o 220-A, estabelecendo que o exercício da profissão de jornalista é “privativo do portador de diploma de curso superior de Comunicação Social, com habilitação em jornalismo, expedido por curso reconhecido pelo Ministério da Educação”.

Pelo texto, é mantida a tradicional figura do colaborador, sem vínculo empregatício, e são validados os registros obtidos por profissionais sem diploma, no período anterior à mudança na Constituição prevista pela PEC.

A proposta tenta neutralizar decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de junho de 2009 que revogou a exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. De 1º julho de 2010 a 29 de junho de 2011, foram concedidos 11.877 registros, sendo 7.113 entregues mediante a apresentação do diploma e 4.764 com base na decisão do STF.

DEBATE - A aprovação da PEC, no entanto, não veio sem polêmica. O senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) lembrou que o STF julgou inconstitucional a exigência do diploma. Para o senador, a decisão do STF mostra que a atividade do jornalismo é estreitamente vinculada à liberdade de expressão e deve ser limitada apenas em casos excepcionais.

Na visão de Aloysio Nunes, a exigência pode ser uma forma de limitar a liberdade de expressão. O parlamentar disse que o interesse na exigência do diploma vem dos donos de faculdades que oferecem o curso de jornalismo. Ele também criticou o corporativismo, que estaria por trás da defesa do diploma.

– Em nome da liberdade de expressão e da atividade jornalística, que comporta várias formações profissionais, sou contra essa medida – disse o senador.

DEFESA DO DIPLOMA -
Ao defenderem a proposta, as senadoras Ana Amélia (PP-RS) e Lúcia Vânia (PSDB-GO) se disseram honradas por serem formadas em jornalismo. Para a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), a aprovação da PEC significa garantir maior qualidade para o jornalismo brasileiro.

O senador Paulo Davim (PV-RN) destacou o papel da imprensa na consolidação da democracia, enquanto Magno Malta (PR-ES) disse que o diploma significa a premiação do esforço do estudo. Wellington Dias (PT-PI) lembrou que a proposta não veta a possibilidade de outros profissionais se manifestarem pela imprensa e disse que valorizar a liberdade de expressão começa por valorizar a profissão.

Já o senador Antonio Carlos Valadares, autor da proposta, afirmou que uma profissão não pode ficar às margens da lei. A falta do diploma, acrescentou, só é boa para os grandes conglomerados de comunicação, que poderiam pagar salários menores para profissionais sem formação.

– Dificilmente um jornalista me pede a aprovação dessa proposta, pois sei das pressões que eles sofrem – disse o autor.

Valadares contou que foi motivado a apresentar a proposta pela própria Constituição, que prevê a regulamentação das profissões pelo Legislativo. Segundo o senador, se o diploma fosse retirado, a profissão dos jornalistas poderia sofrer uma discriminação.

– A profissão de jornalista exige um estudo científico que é produzido na universidade. Não é justo que um jornalista seja substituído em sua empresa por alguém que não tenha sua formação – declarou o senador.
igatorio-para-jornalistas-360102.php